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Seis anos de trabalho foram consumidos na pesquisa e realização da sofisticada animação brasileira "Uma História de Amor e Fúria". O premiado roteirista Luiz Bolognesi dá continuidade a um ótimo trabalho (conduzido em parceria com sua mulher, a diretora Laís Bodansky) na criação de histórias com foco no público jovem, como "Bicho de Sete Cabeças" (2000) e "As Melhores Coisas do Mundo" (2010).

Desta vez, Bolognesi assina sozinho o roteiro e a direção e conta com a preciosa adesão de três dos mais consagrados atores brasileiros para dublar as vozes dos protagonistas de uma saga que percorre seis séculos da história do Brasil: Selton Mello, Camila Pitanga e Rodrigo Santoro.

Veja o making of de "Uma História de Amor e Fúria":
Essa é a primeira animação a competir como “Melhor Longa de Ficção” no Festival do Rio em 2012 e também selecionada para o Festival Internacional de Cinema de Miami 2013.

Dia 5 de Abril, amanha, estreia esse maravilhoso longa brasileiro de animação. Assista ao Trailer:





O filme conta história de uma paixão que dura 600 anos. A animação adulta se baseia em fatos reais da história do país, desde as batalhas entre tupinambás e tupiniquins, Balaiada e movimento militar de 1964 até chegar em 2096.




Além da grande liberdade da narrativa nestas passagens de tempo, por se tratar de uma animação, é visível que o roteiro dedicou grande cuidado ao delineamento dos personagens. A atuação, por sua vez, ganhou muito com a decisão de os atores interpretarem todo o texto previamente em estúdio, o que serviu como guia para balizar toda a produção.

Por problemas de agenda, eles não puderam estar juntos, mas atuaram ouvindo as vozes uns dos outros. Rodrigo Santoro faz dois personagens: o cacique Piatã, do primeiro segmento, e um dos guerrilheiros, na parte de 1968/1980.


No aspecto visual, usou-se técnica tradicional, desenhando-se os personagens no papel, imprimindo um grande realismo nos detalhes, como na manutenção da nudez dos índios no período colonial. No áudio, os atores também gravaram trechos no idioma indígena original, o tupi.



A fotografia, de Anna Caiado e Daniel Greco, e a montagem de Helena Maura garantiram uma extraordinária fluência de imagens, que são embaladas por uma criativa trilha roqueira, assinada por Rica Amabis e Tejo Damasceno (do coletivo Instituto) e Pupillo.

(Poster do filme)




POSTADO POR - Guilherme J Cabral

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