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A Dell, fabricante de computadores envolvida em uma batalha de aquisição entre seu presidente-fundador e o investidor ativista Carl Icahn, que dura um bom tempo e já está virando uma novela, divulgou uma queda de 72% no lucro trimestral na quinta-feira (15), afetada por recuo das vendas de PCs.

A Dell já liderou o mundo em vendas de computadores e era tida como um modelo de inovação da cadeia de produção, mas nos últimos anos tornou-se uma das vítimas mais proeminentes da erosão no mercado de PCs ante a competição com dispositivos móveis.

As vendas da sua divisão de computação para o usuário final, que incorpora computadores, deslizou 5% para 9,1 bilhões de dólares.

A terceira maior fabricante de PCs do mundo registrou vendas de 14,5 bilhões de dólares no segundo trimestre fiscal, estáveis em relação há um ano, mas superando a expectativa dos analistas de que ficassem em 14,2 bilhões de dólares, em média.

O lucro líquido foi de 204 milhões de dólares ou 12 centavos de dólar por ação no segundo trimestre fiscal, em comparação com 732 milhões dólares americanos, ou 42 centavos por ação, no mesmo período do ano anterior. Excluindo itens extraordinários, a empresa lucrou 25 centavos de dólar por ação, levemente superior à previsão média de 24 centavos de dólares, segundo pesquisa da Thomson Reuters.

E quanto a "novela" Icahn vs Dell, o investidor Carl Icahn vai pedir ao tribunal de Delaware (Estados Unidos) que acelere seu processo contra a Dell. O objetivo, segundo a Reuters, é tirar de cena a nova proposta de Michael Dell. O fundador da fabricante aumentou sua proposta para US$ 24,8 bilhões em troca de mudanças nas regras de votação - o acordo desagradou o acionista. 

Icahn está tentando acelerar o trâmite na esperança de derrubar a votação da proposta de Dell, marcada para 12 de setembro, e que, na visão do bilionário, subestima o valor da companhia. Ele quer colocar seus próprios diretores no conselho e derrubar o presidente fundador. 

Sua proposta pela fabricante é de US$ 21 bilhões e a possibilidade de os acionistas manterem suas ações.

POSTADO POR - Guilherme J Cabral

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