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Por: Luiza Beirão



Tá, sequências de filmes costumam ser ruins, mas essa exagerou. Bem, a história do filme é a seguinte: após a morte do pai, Xerxes (Rodrigo Santoro) dá início a uma jornada de vingança e ruma em direção à Grécia, com seu exército sendo liderado por Artemisia (Eva Green). Enquanto os 300 espartanos liderados por Leonidas tentam combater o Deus-Rei, os exércitos do resto da Grécia se unem para uma batalha com as tropas de Artemisia no mar. Themistocles (Sullivan Stapleton) é o responsável por liderar os gregos.


Pra início de conversa, o filme é extremamente confuso. Ele mostra uma parte da história que acontece anteriormente ao primeiro filme, uma parte dele acontece simultaneamente à luta dos 300 e outra parte é posterior. Você está perdido? É, eu também fiquei.

Além disso, a lógica do primeiro filme é que os espartanos eram “os caras”, treinados diferentemente, não usavam armaduras (oi, sunga!) e super corajosos, diferentemente do resto dos gregos, que só discutiam política. Aí, eles fazem os gregos serem exatamente iguais os espartanos, só que com capa azul ao invés de vermelha? Não faz sentido. Sem contar que os gregos eram contra enfrentar os Persas.


Aí vamos para o que mais me irritou nesse filme. Como vários outros filmes hollywoodianos é apenas mais uma propaganda do exército americano disfarçada. Só que esse é de maneira tão óbvia que deu vontade de vomitar. Obviamente, eles lutam contra Persas (árabes mulçumanos) pela liberdade e democracia. Várias frases são tão típicas da mentalidade bélica americana que fiquei até perdida sem saber o que eu estava assistindo. Entre elas: “Não estamos lutando por nós, lutamos pela liberdade!”, “O dever de um homem é proteger sua família e sua nação”, “Lutamos pela democracia”, etc, etc.

Fica a dica, para ver mais sobre o assunto propaganda de guerra, o documentário narrado pelo lindo do Sean Penn War made easy.




E sim, por incrível que pareça eu gosto muito de 300.

Mesmo sendo um filme sangrento e sem uma história super elaborada, o seu visual em estilo de revista em quadrinhos é incrível.

Ele foi um filme muito inovador e tem uma estética maravilhosa.

Além disso, é um filme de entretenimento de ótima qualidade, que fez tanto sucesso que agora faz parte da cultura pop, AÚ AÚ! 

Nessa sequência, nem a estética salvou.






POSTADO POR - Guilherme J Cabral

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